
Ao ver os olhos claros da inocência,
Feridos pela imensa covardia.
Daqueles que esmagando um novo dia,
Demonstram a terrível inclemência,
Em frágeis mãos a dor da penitência
Clamando por alguma fantasia,
Enquanto a corja imunda se associa
Levando aos inocentes a demência.
Abutre que devora um embrião,
Vendendo pouco a pouco esta nação,
Roubando do infeliz quase faminto.
Quem dera se um Bom Deus em amizade
Salvasse da fatal iniquidade,
Tornando este animal/ladrão extinto.
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(Camila B. Pacheco)
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