quarta-feira, 5 de maio de 2010

Os olhos da inocência.

Ao ver os olhos claros da inocência,
Feridos pela imensa covardia.
Daqueles que esmagando um novo dia,
Demonstram a terrível inclemência,

Em frágeis mãos a dor da penitência

Clamando por alguma fantasia,
Enquanto a corja imunda se associa
Levando aos inocentes a demência.

Abutre que devora um embrião,
Vendendo pouco a pouco esta nação,
Roubando do infeliz quase faminto.

Quem dera se um Bom Deus em amizade
Salvasse da fatal iniquidade,
Tornando este animal/ladrão extinto.
.
.
.
(Camila B. Pacheco)

Nenhum comentário:

Postar um comentário